Mercado vê comunicado do BC sinalizar queda da Selic no 1º trimestre de 2026
Mercado interpreta comunicado do Banco Central como sinal de que a Selic pode começar a cair no primeiro trimestre de 2026, com apostas para março.
Mercado interpreta comunicado do Banco Central como sinal de que a Selic pode começar a cair no primeiro trimestre de 2026, com apostas para março.
O setor de serviços no Brasil avançou 0,3% em outubro frente a setembro, superando expectativas e renovando a série positiva, aponta IBGE. 
Senador Flávio Bolsonaro reúne conselheiros como Paulo Guedes, Adolfo Sachsida e Gustavo Montezano para melhorar percepção de mercado e atrair investidores. 
Jerome Powell afirma que tarifas sobre importações nos EUA elevaram a inflação além da meta do Fed, afetando preços ao consumidor e a política monetária.
O Brasil encerra 2025 como o único emergente que não reduziu juros, mantendo a Selic em 15% enquanto outros países iniciam ciclos de cortes.
O aumento dos gastos sociais no Brasil, com destaque para Bolsa Família e BPC no Orçamento 2026, pressiona o cumprimento da meta fiscal e limita investimentos, em um cenário marcado por rigidez orçamentária e desafios para receitas públicas.
Nos bastidores do governo, há pressão por redução da taxa Selic, mas integrantes do Planalto evitam críticas duras ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, após o Copom manter juros em 15% e reforçar cautela na política monetária. 
A inflação de novembro acelerou para 0,18%, mas segue controlada e dentro da meta anual. A alta foi puxada por passagens aéreas e energia elétrica, enquanto alimentos tiveram nova queda e aliviaram o índice.
A Coca-Cola confirmou que o executivo brasileiro Henrique Braun será o novo CEO global da companhia a partir de março de 2026, sucedendo James Quincey. A mudança combina planos de expansão e reforça a liderança brasileira em uma das maiores empresas de bebidas do mundo.
A CCJ do Senado aprovou uma proposta de emenda à Constituição que acaba com a polêmica escala de trabalho 6×1 e prevê a redução gradual da jornada de 44 h para 36 h semanais, sem reduzir salários. O texto segue agora para o plenário, acendendo debate sobre impactos para trabalhadores e empresas.